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Ellen White's Perspective on Divorce and Remarriage
Does the Bible allow remarriage after divorce for reasons beyond adultery?
em que circunstâncias problematicas a irmã white permitiu o divórcio
AdventAI
O divórcio é uma concessão permitida apenas em circunstâncias extremamente específicas e graves, sendo a infidelidade sexual a única justificativa bíblica fundamental para a dissolução do vínculo matrimonial. O casamento foi instituído no Éden como uma união sagrada e indissolúvel, projetada para ser uma bênção para a humanidade, mas a dureza do coração humano e a degeneração moral levaram à introdução de leis de divórcio que não faziam parte do plano original de Deus Matthew 19:8.
O Fundamento Bíblico da Infidelidade
A única base reconhecida pelo Céu para que um marido ou esposa seja libertado do voto matrimonial é o adultério. Embora as leis civis de uma nação possam conceder o divórcio por diversos motivos, aos olhos de Deus, o casal permanece unido a menos que tenha ocorrido a quebra da fidelidade física. Jesus foi enfático ao declarar que aquele que repudia sua esposa, exceto por causa de fornicação, e se casa com outra, comete adultério Matthew 5:32. Portanto, se uma mulher obtém um divórcio legal com base na prova de que seu marido foi culpado de adultério, ela está então livre para se casar novamente com quem desejar.
Circunstâncias de Abuso e Perversão
Além do adultério convencional, existem formas de degradação dentro do casamento que violam tão profundamente a natureza sagrada da união que constituem solo para a separação. Práticas de perversão sexual grosseira, incluindo atos homossexuais, são reconhecidas como um uso indevido das faculdades sexuais e uma violação da intenção divina, servindo como causa justa para o divórcio. O abuso das paixões animais e a indulgência em desejos baixos podem transformar o casamento em uma cobertura para crimes e luxúria, destruindo a saúde física e a clareza mental dos envolvidos. Em casos onde a convivência se torna um "câncer para a alma" devido à desonra e à vergonha de um amor culpado por parte de um cônjuge que não manifesta arrependimento, a parte inocente deve ser considerada livre.
A Questão do Abandono e da Separação Civil
Existem situações em que a separação ocorre sem que a base bíblica inicial tenha sido estabelecida, gerando dilemas complexos sobre o novo casamento. Se um cônjuge decide partir por conta própria, o marido ou a esposa crente deve permanecer na união enquanto for possível, a menos que o descrente escolha se retirar 1 Corinthians 7:15. Em um caso específico, foi aconselhado que uma nova união não deveria ser perturbada se o primeiro casamento foi dissolvido por abandono da outra parte e o novo casamento só ocorreu após o divórcio legal ter sido finalizado. No entanto, é advertido que a provocação dada por um cônjuge que leva o outro a buscar o divórcio remove o direito moral desse provocador de se unir a outra pessoa.
Casamentos Irregulares e Aceitação na Igreja
A igreja enfrenta o desafio de lidar com pessoas que já estão em segundas núpcias após divórcios por motivos não bíblicos. Não se deve exigir que esses segundos casamentos sejam rompidos como condição para que a pessoa seja aceita ou mantida na membresia da igreja. Uma vez que o erro foi cometido e novos laços foram formados, deve-se incentivar o arrependimento sincero e o esforço para servir ao Senhor no estado em que se encontram. O objetivo deve ser sempre salvar a alma e oferecer compaixão, sem destruir a esperança de perdão para aqueles que caíram, mas que agora buscam a retidão.
Conclusão
Em resumo, o divórcio é permitido diante da unfaithfulness ao voto matrimonial e em situações de perversão extrema que anulam a santidade da instituição. Deus olha com piedade para as partes inocentes que sofrem as consequências de casamentos apressados ou do pecado de seus companheiros. Embora o padrão divino de "uma só carne" permaneça como o ideal eterno, a graça de Deus se estende para restaurar e guiar aqueles que enfrentam as tristes realidades de um mundo caído Genesis 2:24.
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